domingo, 7 de fevereiro de 2010

Assim


Sem regras. Sem exceções. Sem mas. Sem vírgulas. Sem objeções. Sem argumentos. Sem mais. Querido, quando eu te vejo eu me vejo.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Melhores de 2009

Impossível lembrar de tudo. Enfim, na minha opinião:
Melhor Presente do ano: Um álbum de fotos e um jeans colcci
Melhor Livro: Harry Potter and the deathly hallows
Melhor Filme: Nick & Norah
Melhor Compra do ano: All Star Premiere OX W
Melhor Comida: Macarrão ao alho e óleo
Melhor Bebida do ano: Chopp
Melhor música: Spaceman e My Propeller
Melhor cd do ano: Humbug-Arctic Monkeys
Melhor Viagem: em maio para Uberaba-MG
Melhor download: CD Day & Age do The Killers
Melhor programa de tv: Quinta Categoria
Melhor balada do ano: Baile de formatura da turma de pedagogia da Uniube
Melhor look do ano: vestido coquetel+sandáliagladiadora
Melhor site: jacksonpollock.org
Melhores amigos do ano: Denise, Priscilla e Douglas
Melhor brinde: Viva la vida
Melhor frase: Se eu pudesse faria o mundo se guiar pelos ouvidos ao invés dos olhos- Joss Stone

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Um doce

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Efeito contrário

É fato. Há pessoas que simplesmente não conseguem entender ou processar a ideia de que nós, quando colocamos sentimentos, sacrificamos coisas, situações muito importantes por essas pessoas. É um tanto complexo, mas ás vezes, fazemos isso sem perceber. Estar diante de uma decisão, uma escolha onde há duas ou mais opções já não é nada fácil [para seres humanos como eu, por exemplo], quando tal decisão envolve pessoas importantes - Pausa - Definamos pessoa importante: aquela que desperta sentimentos agradáveis, que faz bem ao outro, que cativa, faz feliz, necessita de sua presença... - quando tal decisão envolve pessoas importantes a situação vai ficando cada vez mais difícil, óbvio que, nós tentamos fazer com que todos saiam ganhando depois de decidir. Sentimentos são coisas bizarras, nos transformam, nos surpreendem, fazemos coisas as quais chegamos a desconhecer e em situações parecidas não é diferente. Sacrificamos escolhas, o que sentimos, em favor do outro, para proteger o outro, para que o outro fique bem. Enfim, esquecemos de nossas razões e deixamos de pensar em nós mesmos para pensar no outro, na felicidade do outro. E não que essa escolha seja algo que de essa outra pessoa aprove, quem dera, em diversas vezes, escolhemos contra a vontade do outro porque o outro também está de fato pensando em nós. Entende? É complicado. Nasce daí um outro sentimento, a mágoa, acompanhada da decepção, por estar, muitas vezes, decidindo em nome do bem estar de outra pessoa, esta que por sua vez discorda de tal decisão. Isso é sentimento sim, um sentimento bom, caridoso até, mas que muitas vezes ninguém consegue compreender. Eu confesso que estou tentando, tentando fazer com que algumas pessoas que são de suma importância para mim entendam a ideia de que faço muitas coisas, algumas erradas, muitas escolhas contraditórias pensando nelas, sempre nelas. Acabo magoando, fico magoada, mas são essas pessoas que movem minhas decisões, são por essas pessoas, que procuro ser uma pessoa melhor e quem sabe favorecer relações harmoniosas no futuro.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Se conselho fosse bom... a gente não dava, vendia

"A vida é curta, quebre regras, perdoe rapidamente, beije demoradamente, ame de verdade, ria descontroladamente e nunca pare de sorrir, por mais estranho que seja o motivo.
E lembre-se que não há prazer sem riscos.
A vida pode não ser a festa que esperávamos,
mas uma vez que estamos aqui, temos que comemorar!!!"
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saudades foram feitas para serem matadas antes que elas nos matem. E confesso, não gosto da ideia de sentir saudades sempre, uma hora ela acaba me consumindo.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Groove

Que minha vida é mais complicada que a teoria do SUS não é novidade pra ninguém. Mas sou um tanto quanto responsável por isso também. Cansei de relevar. De deixar pra lá. De tanto faz. Resolvi levantar para brigar com meus pensamentos e sentimentos. Eles vão ter de ceder. E ai deles se não cederem. Vai ser do meu jeito agora.
Sobre o ano novo: Vamos comemorar por estarmos vivos e jovens.

sábado, 26 de dezembro de 2009

Agradecimentos

Certo. Eu prometi a mim mesma que não faria esse tipo de post este ano. Juro. Mas me sinto na obrigação de fazer alguns agradecimentos. Serei breve: Obrigada por mais um ano de crescimento, tanto profissional quanto emocional. Obrigada as pessoas que estiveram ao meu lado independente de qualquer coisa [me aturar não é fácil, sei disso], obrigada pelas dúvidas, sim, aprendi tanto com elas, só eu sei o quanto foi um ano difícil, mas maravilhoso. E então é isso mesmo, foi um ano de grandes acontecimentos, grandes decisões, difíceis escolhas. Cresci, profissionalmente, sentimentalmente e financeiramente. Estou orgulhosa de mim mesma. Mas há muito o que mudar ainda. Em mim. Em tudo.
;)

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Melhor que encomenda

"As encruzilhadas estão por aí, pela vida. O problema é que eu só as vejo depois que a escolha já foi feita e não é mais possível voltar. Pior, só me ocorre que talvez eu tenha de fato, feito uma escolha e não apenas deixado a vida seguir, quando percebo que as coisas mudaram de algum jeito (e se eu percebo, é porque a mudança deve ter sido para pior). Talvez seja melhor assim, fazer escolhas sem notá-las. Cansa menos. É claro que há momentos em que não dá para ignorar a escolha na sua frente, pedindo para ser feita. E também não dá para ignorar quando uma escolha ruim feita sem que lhe fosse dada muita importância vem cobrar seu preço algum tempo depois.
Parece que todas as minhas escolhas ruins resolveram me cobrar de uma vez só.
Acho que chega um ponto em que não tem mais como desfazer essas escolhas- diria que as inconscientes são mais difíceis de desfazer, mas no fim das contas dá na mesma, com a diferença de que as escolhas conscientes são calos muito mais doloridos, eu acho-, surge um nó impossível de ser desatado ou um cubo mágico cujas faces já foram viradas e reviradas tanta vezes que não é mais possível resolvê-lo. Bom seria comprar outra vida, como se compra outro cubo mágico."
Ao som de Cornerstone, há alguém nesse mundo que me conhece melhor que eu mesma.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

O que eu quero nessas férias

Quero ingerir carboidratos sem me sentir culpada. Quero amanhecer na internet. Ficar de meia o dia inteiro e afundar em pipocas. Quero ver filmes repetidos. Ouvir todas as bandas que eu amo até enjoar [creio eu que isso não seja possível]. Quero não olhar no relógio. Aliás, acho que vou dar umas férias pra ele também. Quero não ter hora pra chegar em casa. Fazer refeições só quando realmente estiver com fome. Quero ler todos os livros que tenho vontade e que planejei ler. Quero fazer mil compras. Desmaiar com todas aquelas roupas e sapatos. Quero acompanhar a moda [nunca fiz isso, mas sei que estou bastante pra trás]. Quero visitar meus velhos amigos. Mandar cartões de natal. Quero comer pão-de-queijo da minha . Ir para as festas linda e loira. Dançar até suar e até meus músculos fadigarem. Beber a ponto de ser por instantes a pessoa mais feliz do planeta. Quero me exercitar. Fazer uma caminhada no final da tarde. Quero dormir acompanhada. Quero fazer um pic-nic embaixo de uma árvore. Quero deitar no sofá pra ver a novela das oito [não sigo, mas eu quero]. Quero dormir até babar no travesseiro. Quero brincar com meus cães. Quero ficar horas no telefone até dar cãibras na língua. Quero poupar minha agenda e fazer o que eu tiver vontade. Encostar minhas canetas e não abrir minha caixa de entrada de e-mails. Quero sair da rotina. Quero ser feliz.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Histeria

Não é nenhuma novidade que em semana de provas meu metabolismo sofre sérias alterações. Sim, fico pior do que qualquer mulher na TPM. E duplamente. Por que (céus) fui escolher o único curso da faculdade que tem duas semanas de prova? Enquanto o resto das pessoas só ficarão tensas na próxima semana, eu já me encontro uma pilha de nervos. Há horas que eu acho que minha cabeça vai acabar explodindo.E como se não bastasse, as provas vieram acompanhadas de pelo menos mais uns vinte "problemas", daqueles bem espinhosos e delicados.
Suspiros. Mas eu vou sobreviver. Sempre sobrevivo. Mais algumas semanas e meus dias terão 24 horas completas novamente. Tenho que sobreviver.